O que Campo do Meio compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Campo do Meio compraram US$ 34 mil de outros países. É 236% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 10,1 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Campo do Meio ficou em 299º lugar. No Brasil, em 2.109º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço…29 toneladasUS$ 33,3 mil98%
- 2Fios de ferro ou aço não ligado1,1 toneladasUS$ 7342,2%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 34 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 31,3 mil
- 2023US$ 3.657
- 2024US$ 10,1 mil
- 2026 (até setembro)US$ 34 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Campo do Meio
Quanto Campo do Meio importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Campo do Meio (MG) compraram US$ 34 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Campo do Meio mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço… (98%), Fios de ferro ou aço não ligado (2,2%).
De quais países Campo do Meio mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.